Retorno de Vitor Roque traz esperança e reforça urgência por ritmo no Palmeiras
Camisa 9 voltou a atuar após entorse no tornozelo, criou chance clara na Vila Belmiro e surge como peça importante para a reta decisiva da temporada alviverde.

A volta de Vitor Roque aos gramados no empate sem gols diante do Santos, na Vila Belmiro, deixou impressões marcantes para a comissão técnica alviverde. O atacante esteve em ação por cerca de 15 minutos e mostrou como a sua presença é capaz de bagunçar o sistema defensivo rival, oferecendo profundidade imediata ao setor ofensivo.
Apesar da movimentação vertical e do incômodo gerado aos zagueiros, o camisa 9 parou no goleiro Diógenes na oportunidade mais nítida do segundo tempo. A chance desperdiçada no mano a mano evidenciou que, embora o talento e a agressividade estejam intactos, o jogador ainda precisa readquirir o tempo de bola e o ritmo ideal de competição.
Impacto ofensivo e busca por evolução
Recuperado de uma entorse no tornozelo, o atleta entrou em um confronto no qual o Verdão enfrentava problemas de criação. Na etapa inicial, a formação palmeirense com três zagueiros e três volantes encontrou dificuldades para superar a marcação armada por Cuca, cenário agravado pelo desfalque de Ramón Sosa, cuja ausência foi lamentada abertamente por Abel Ferreira em sua entrevista coletiva.
Nesse contexto tático, a entrada de Vitor Roque ofereceu uma alternativa valiosa de ataque aos espaços. Sua presença obrigou a linha defensiva santista a recuar alguns metros, abrindo brechas para a aproximação dos meio-campistas e quebrando a previsibilidade que vinha travando as investidas do Alviverde.
A comissão técnica agora trabalha para acelerar o processo de recondicionamento do atacante, respeitando os limites físicos adequados. Em um momento determinante de 2026, ter o jovem artilheiro pronto para atuar por mais tempo será fundamental para transformar jogadas promissoras em bolas na rede nas próximas decisões.



